- As transformações econômicas ocorridas na Europa Ocidental, a partir do século XI, tiveram como consequências:
a) o desenvolvimento demográfico e formação de centros urbanos;
b) a decadência dos serviços especializados e a crise das Corporações de Ofício;
c) o aumento da migração para o campo e a decadência das cidades;
d) o fortalecimento das reservas senhoriais e a cobrança de impostos em serviços e produtos;
e) a mudança das técnicas de exploração agrícola e o abandono do sistema de aforamento rural.
- O renascimento do comércio no século XII dinamizou a vida no burgo e:
b) possibilitou o aparecimento de uma classe (a burguesia) apoiada na economia financeira em
desenvolvimento, que se chocou com a economia agrária decadente;
c) introduziu a moeda no comércio entre os feudos e promoveu a descentralização populacional;
d) promoveu o êxodo rural e o aparecimento das corporações de ofício.
b) cada qual deveria vender aos seus clientes sem procurar seduzir a freguesia dos confrades;
c) o artífice não poderia trabalhar tendo em vista unicamente o ganho, mas de modo a produzir artigos “de
c) introduziu a moeda no comércio entre os feudos e promoveu a descentralização populacional;
d) promoveu o êxodo rural e o aparecimento das corporações de ofício.
- As corporações de ofício na Idade Média caracterizavam-se por:
a)
serem organizações semelhantes aos sindicatos
atuais;
b)
serem organizações de proteção aos seus membros
e aos respectivos ofícios;
c)
serem organizações exclusivas de trabalhadores
manual;
d)
serem organizações de trabalhadores em geral com
o único propósito de reivindicar salários melhores.
- As corporações de Ofício possuíam um conjunto de regras que formavam verdadeiro código de ética. Entre essas regras, assinalava-se a do “justo preço”, que se pode formular do seguinte modo:
b) cada qual deveria vender aos seus clientes sem procurar seduzir a freguesia dos confrades;
c) o artífice não poderia trabalhar tendo em vista unicamente o ganho, mas de modo a produzir artigos “de
lei”;
d) o valor de um produto era representado pela adição de custos de matéria-prima ao custo do trabalho;
e) o mestre não tinha o direito de utilizar-se do aprendiz exclusivamente em seu benefício, deveria
d) o valor de um produto era representado pela adição de custos de matéria-prima ao custo do trabalho;
e) o mestre não tinha o direito de utilizar-se do aprendiz exclusivamente em seu benefício, deveria
ensinar-lhe lealmente todos os segredos do ofício.
- Indique qual das afirmações abaixo não pode ser caracterizada como um dos postulados nos quais se baseava o sistema corporativo da última fase da Idade Média:
membro da sociedade a
viver com conforto e segurança;
b) o preço de uma mercadoria é estabelecido pelas
forças livres do mercado e por consequência nenhum
tipo de lucro é condenável;
c) nenhum homem tem direito a uma recompensa a não
ser que se empenhe em trabalho socialmente útil
ou incorra em riscos reais,
provenientes de uma aventura econômica;
d) nenhum homem em direito a uma porção de bons
terrenos maior do que precisa para atender às suas
necessidades razoáveis;
e) toda mercadoria tem seu “preço justo” que é
igual a seu custo de produção.
- O sistema corporativo medieval era estruturado de forma hierárquica. O grau mais elevado de uma corporação cabia:
b) ao jurado;
c) ao mestre;
d) ao associado;
e) não sei.
- As corporações de ofício eram organizadas com objetivo de:
b) proporcionar formação profissional aos jovens
fidalgos;
c) aplicar os princípios religiosos às atividades
cotidianas;
d) combater os senhores feudais;
e) proteger os ofícios contra a concorrência e
controlar a produção.
- Na Idade Média as chamadas “comunas” na França e “repúblicas” na Itália eram as cidades que:
b)
haviam se reunido através de um tratado para
defenderem seu comércio com o Oriente.
c)
Haviam obtido do imperador bizantino o direito
de instalarem seus entrepostos em Constantinopla;
d)
Não sei.
- A Liga Hansática, surgida no século XIII, foi na sua origem uma aliança entre as cidades de:
b)
Hamburgo e Colônia;
c)
Lubeck e Hamburgo;
d)
Não sei.
- Na Idade Média, sob influência da Igreja, a venda de uma mercadoria só era permitida pelo seu preço objetivo, pelo valor inerente à mercadoria. Esta doutrina era conhecida como a do:
b)
Preço objetivo;
c)
Custo médio;
d)
Lucro justo;
e)
Lucro máximo.
- “O dinheiro nasceu para facilitar a troca legítima (natural), cujo fim único era satisfazer as necessidades dos consumidores. Assim, a esterilidade era parte de sua natureza essencial. A usura era contrária à natureza porque fazia o dinheiro frutificar”
O trecho acima reflete claramente uma concepção corriqueira acerca da usura na Idade Média. Essa concepção era definida:
- a) pelos mercados;
b) pelos banqueiros;
c) pelos senhores feudais;
d) pela igreja
e) pelos reais
- Em duas circunstâncias a Igreja permitia a usura. Uma delas denominava-se damum emergens que ocorria quando:
b)
o empréstimo era para consumidores;
c)
o empréstimo era para comerciantes;
d)
o empréstimo era para o estado;
e)
por emprestar dinheiro o credor perdia
oportunidade de aplicar seu dinheiro em outras coisas
rendosas.
- A outra circunstância em que a Igreja permitia a usura era a do lucrum cessans que ocorria quando:
b)
o capital emprestado ultrapassa a média comum
dos empréstimos;
c)
se perdia a oportunidade de ganhar dinheiro por
emprestar;
d)
o empréstimo era para o Estado;
e)
o prazo da devolução ultrapassa seis meses.
- Responda segundo o código:
b)
se apenas as sentenças II e V forem verdadeiras;
c)
se apenas as sentenças I, II e IV forem
verdadeiras;
d)
se apenas as sentenças II e V forem falsas;
e)
se apenas a sentença I for falsa.
I. As corporações de ofício eram semelhantes aos
sindicatos atuais;
II. Os produtos das corporações de ofício tinham seu
justo preço;
III. Mestres, aprendizes e jornaleiros eram donos
apenas das ferramentas
utilizadas na confecção dos produtos;
IV. A concorrência e o lucro eram os principais
objetivos das corporações de ofício;
V. As corporações de ofício protegiam os artífices
de um mesmo ramo de atividade,
impedindo a concorrência.
- Os artesãos, com o objetivo de assegurar a produção, a qualidade do produto, o justo preço e eliminar a concorrência desonesta, reuniam-se em associações denominadas:
b)
Hansas;
c)
Guildas;
d)
Corporações de Ofício;
e)
Feiras.
- A doutrina do “justo preço”, na Idade Média, visava:
b)
facilitar a administração do Estado;
c)
evitar o enriquecimento exagerado e ilícito
através do comércio;
d)
desenvolver o espírito racional e calculista
entre mercadores;
e)
facilitar a vigilância da Igreja sobre o
comércio.
- Ao lado da condenação do lucro, existia na Idade Média, igualmente a condenação da:
b)
da agricultura mecanizada;
c)
da política;
d)
da navegação;
e)
n.d.a.
- A condenação do lucro, na Idade Média, tinha como base a doutrina
b) do “lucrum minimum”;
c) do “lucrum maximum”;
d) do “justo preço”;
e) do “damnum emnergens”.
- Entre os artesãos formaram-se poderosas organizações como as Corporações de Ofício. Estas, na Idade Média, tiveram origem nas “Confrarias” que eram associações de cunho essencialmente:
b)
militar;
c)
religioso;
d)
subjetivo;
e)
n.d.a.
- A união de Lubeck e Hamburgo em 1241 foi núcleo inicial
b)
da Corporação de Ofício da Germânia
c)
da Unificação da Alemanha;
d)
da conquista da Dinamarca;
e)
das Feiras de Champagne.
- As feiras de Champagne que eram importantes centros econômicos ligavam basicamente a Itália e
a)
a Rússia;
b)
a Flandres;
c)
a Suécia;
d)
a Inglaterra;
e)
a Alemanha.
- As feiras medievais eram protegidas quer pelos senhores quer pelos reis principalmente porque eles se beneficiavam com
b)
as construções de obras públicas pelos
comerciantes;
c)
os impostos cobrados;
d)
o dinamismo do comércio e as influências
culturais diversas;
e)
n.d.a
- Nas feiras havia encontro dos comerciantes provenientes dos mais variados lugares. Portanto, a primeira grande dificuldade estava nas diferenças dos padrões monetários que, entretanto, permitiram o desenvolvimento da atividade
b)
episcopal;
c)
senhorial;
d)
dominial;
e)
n.d.a
- O desenvolvimento das cidades, na Idade Média, esbarrou em inúmeros entraves feudais. O pagamento de pedágios, o que dificultava a livre circulação e onerava mercadoria. As obrigações de serviço militar e finalmente o domínio senhorial sobre as cidades. Mas, em muitos casos, para verem livres da dominação senhorial, os burgueses se organizavam em “Comunas” (órgão político com vistas `rebelião) e outros casos os próprios senhores tomavam a iniciativa de conceder a liberdade. Uma vez emancipadas, qual o documento que garantia a autonomia das cidades frente ao senhor?
b)
a Carta de Privilégio ou de Franquia;
c)
a Carta Constitucional;
d)
o título mobiliárquico concedido ao Patrociado;
e)
as regulamentações corporativas.
Gabarito
2. b 7. e 12.
a 17. a 22. c
3. b 8. a 13. c 18.
d 23. a
4. d 9. c 14. b 19.
c 24. b
5. b 10. a 15. d 20. a